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Das quadras de esportes para a passarela do Miss Akimatsuri

Mariana Sayuri Achui Kawato, de 16 anos, associada do CCMC, foi eleita 3ª Princesa; jovem levou à passarela do tradicional festival japonês a disciplina e os valores construídos no esporte

Movida pela conexão com suas raízes nipônicas, Mariana Sayuri Achui Kawato, de 16 anos, subiu à passarela do Miss Akimatsuri, o concurso que integra um dos principais festivais da cultura japonesa do Brasil, e conquistou o título de 3ª Princesa. A jovem associada do Clube de Campo de Mogi das Cruzes (CCMC) se destacou em uma edição que reuniu candidatas e público em torno da valorização das tradições.

Realizado pelo Bunkyo de Mogi das Cruzes nos últimos dois fins de semana, o Akimatsuri é reconhecido por valorizar a cultura japonesa por meio de gastronomia, apresentações artísticas e concursos tradicionais, entre eles o Miss Akimatsuri. A eleição leva em conta não apenas a apresentação na passarela, mas também postura, comunicação e envolvimento com a cultura.

É aqui que a rotina no Clube de Campo ganha protagonismo na formação de Mariana. Frequentadora centro de esportes e lazer desde a infância, ela ampliou sua relação com a prática esportiva recentemente: em 2025, passou a integrar não apenas uma, mas duas modalidades, nas equipes de vôlei e jiu-jitsu – que, segundo ela, têm contribuem diretamente em sua forma de lidar com desafios:

“O esporte influencia minha vida de maneira muito positiva. Aprendi a ter mais disciplina, para a minha própria evolução, e entendi que é necessário dedicação, constância e esforço diário. Mesmo que o processo tenha desafios é muito importante continuar tentando e fazer dos obstáculos uma oportunidade de aprendizado”.

Esporte como vetor
A experiência esportiva no clube também se reflete na convivência em grupo, aspecto que Mariana identifica como essencial tanto no treino quanto fora dele:

“No Clube de Campo, dentro das minhas equipes de treinamento, observo muito a importância do trabalho em equipe e como dependemos uns dos outros para buscar objetivos em comum. Adoro a união que temos em nossos treinos de vôlei, sempre ajudando uns aos outros, e o respeito sempre presente no tatame do jiu-jitsu”, afirma.

Mariana conta que a preparação para o concurso ocorreu paralelamente à rotina de treinos, sempre com organização e constância. Nesse processo, o ambiente do clube funcionou como base de apoio, oferecendo estrutura para a prática esportiva e convivência, o que contribui para o desenvolvimento pessoal. A disciplina adquirida nas quadras e no tatame se traduz em postura e segurança — características observadas também na passarela.

Formação
Para o diretor de Esportes do CCMC, Rodrigo Lazzuri, a participação da jovem no festival reforça o papel do clube na formação dos associados:

“Estar no Akimatsuri evidencia como o acesso à prática esportiva e à infraestrutura do clube impacta diferentes dimensões da formação dos nossos sócios. No caso da Mariana, é possível observar como a rotina de treinos, a convivência em equipe e a constância contribuem para a construção de postura, disciplina e segurança, características que também se refletem fora do ambiente esportivo e acompanham seus próximos passos”, destacou.