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Comunicação, preparo e transparência em uma assessoria de imprensa

Embora cada pessoa tenha um perfil, alguns falam menos, outros mais é fundamental que todos compreendam a relevância da troca de ideias e de insights que são elementos essenciais para que o trabalho do jornalista seja realizado com absoluta assertividade. Esse processo é um dos pilares na construção de uma reputação sólida para o cliente.

Todavia, ao longo de décadas de carreira, já presenciei situações das mais inimagináveis e, por vezes, esdrúxulas.

O cliente sempre exigirá visibilidade e resultados, e isso é absolutamente normal e um direito, em qualquer área, desde que cliente e prestador de serviço estejam alinhados quanto a tudo o que envolve uma tratativa séria de assessoria de imprensa e comunicação.

Não raro, o que observo são muitas pontas soltas em algo no qual é imprescindível que o assessorado responda, participe e mantenha uma dinâmica de troca constante. Essa interação é necessária para que a engrenagem de uma assessoria funcione de maneira adequada e, portanto, coesa.

Há também aqueles que desejam sair diretamente em grandes veículos, participar de grandes programas de TV, entre tantos outros. Contudo, muitas vezes não existe preparo e, em alguns casos, humildade para compreender que o jornalista trabalha para que você alcance espaço na mídia, mas que esse processo exige etapas, estratégia e treinamento.

A construção de uma imagem pública consistente demanda preparo e tempo. Nada acontece da noite para o dia. Da noite para o dia temos os reality shows, que entregam visibilidade imediata. Aqui, porém, falo de reputação e reputação se constrói. A pergunta que fica é: você está preparado para, estando ao vivo em um grande veículo, sustentar oralmente suas ideias com clareza, segurança e consistência?

Sempre fui e sou muito transparente em reuniões, na elaboração de propostas e em todo o processo de trabalho. O problema é que, muitas vezes, parece que as pessoas preferem ouvir mentiras. E, para agravar a situação, existem os pseudo-profissionais que sequer são jornalistas prometendo mundos e fundos, e que não entregam absolutamente nada.

Texto: João Costa
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