O documento, postado na rede social por Maguinilson de Oliveira, detalha as razões de sua saída apenas quatro meses após assumir o cargo.
A carta aponta:
Conflitos Internos: Reuniões turbulentas e oposição de colegas da sociedade civil, incluindo uma clara “tentativa de golpe” e questionamentos considerados “vazios”.
Falta de Apoio Público: A “má vontade do poder público” em implementar políticas culturais efetivas.
Rejeição de Projetos: O projeto de certificação de instituições culturais foi rejeitado por conselheiros que haviam prometido voto favorável.
Críticas à Orquídea Fest: Descontentamento com a descaracterização da tradicional festa, o desrespeito a artesãos (colocados em um “espaço ridículo”) e a falta de pagamento de cachê aos artistas locais, em contraste com a “pompa” e “cachês altíssimos” dados a artistas de renome nacional.
Crise de Representatividade: Menciona que ele e seu antecessor, Delcimar Bessa Ferreira, que também renunciou, foram os dois conselheiros mais votados no último pleito, indicando uma profunda crise na estrutura.
O autor conclui a carta afirmando que a renúncia é uma tentativa de alertar o poder público para a necessidade de políticas culturais eficientes e estruturantes, criticando o que considera ser a pior gestão, focada apenas em “marketing, sorrisos cínicos”.
A Notícia Precisa
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