O prazo para Poá receber a verba da Lei Paulo Gustavo para projetos culturais e artísticos está se esgotando sem que a cidade tenha preparado a documentação solicitada. O dinheiro até já está em uma conta aberta especificamente para esse fim, mas essa verba pode ser perdida se Poá não cumprir o que a lei exige.
A grave situação está sendo criticada pela conselheira de Cultura Gisele Magalhães, que disse que desde a assinatura do Plano de Ação há quatro meses, nada foi feito. Nesse período, já era para a Secretaria de Cultura ter preparado e publicado os editais, que nem começaram a ser feitos.
O processo de preparo dos editais leva muito tempo, com a contratação de empresa para fazer a escrita dos editais e sua respectiva publicação e os artistas precisam apresentar seus projetos que serão julgados, o que leva muito tempo. Gisele diz que a Secretaria de Cultura ficou enrolando todo esse tempo, porque os funcionários não sabem fazer o que é preciso. A falta de um Secretário definitivo para a Cultura prejudica muito, pois ela precisa ficar repassando todo o assunto para os secretários provisórios e nada acontece.
Quando Poá assinou o Termo de Adesão, se comprometeu em cumprir as etapas, como fazer a Conferência de Cultura, que pode ser realizada até 30 de outubro, entretanto há toda uma burocracia precedente, como a publicação de um edital no Diário Oficial no dia 5 de setembro, o que não aconteceu.
O último dia para empenhar o dinheiro será 31 de dezembro, caso contrário a verba será perdida e isso acontecerá se não houver uma atitude urgente por parte da Prefeitura, através da Secretaria de Cultura. Gisele Magalhães conta com a pressão dos artistas para mudar essa situação.
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