{"id":29058,"date":"2026-04-23T13:12:10","date_gmt":"2026-04-23T16:12:10","guid":{"rendered":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/?p=29058"},"modified":"2026-04-23T13:12:10","modified_gmt":"2026-04-23T16:12:10","slug":"dia-das-maes-o-filho-perdido-expoe-os-limites-do-amor-materno-em-uma-historia-real-e-perturbadora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/dia-das-maes-o-filho-perdido-expoe-os-limites-do-amor-materno-em-uma-historia-real-e-perturbadora\/","title":{"rendered":"Dia das M\u00e3es &#8211; \u201cO Filho Perdido\u201d exp\u00f5e os limites do amor materno em uma hist\u00f3ria real e perturbadora"},"content":{"rendered":"\n<p>Livro transforma dor extrema em um relato contundente de uma m\u00e3e, cujo \u00fanico filho \u00e9 diagnosticado com transtorno de personalidade antissocial, potencializado pelo uso de drogas, que resulta em trag\u00e9dia<\/p>\n\n\n\n<p>Fotos AQUI<br>\u2018O Filho Perdido\u2019, estreia liter\u00e1ria da jornalista Irene Vucovix, apresenta um relato real, cru e profundamente inquietante: a experi\u00eancia de uma m\u00e3e diante da perda gradual \u2014 emocional, psicol\u00f3gica e, por fim, f\u00edsica \u2014 do pr\u00f3prio filho.<br>Mais do que narrar uma trag\u00e9dia, o livro a faz pulsar diante do leitor, linha a linha, at\u00e9 o limite do suport\u00e1vel.<br>Com 240 p\u00e1ginas e publicado pela Gera\u00e7\u00e3o Editorial, a obra combina leitura fluida \u2014 cap\u00edtulos curtos e ritmo \u00e1gil \u2014 com um conte\u00fado denso e impactante. Ao longo da narrativa, Irene exp\u00f5e, com coragem, a trajet\u00f3ria de uma m\u00e3e que acompanha a deteriora\u00e7\u00e3o do filho, envolvido em uma espiral de drogas, viol\u00eancia e ilegalidade, at\u00e9 sua morte, em 2017, aos 39 anos. O resultado \u00e9 um testemunho direto sobre amor, impot\u00eancia e os limites extremos da maternidade.<br>Narrado em primeira pessoa, como um di\u00e1logo tardio com quem j\u00e1 n\u00e3o pode responder, o livro revela a conviv\u00eancia com um filho diagnosticado com transtorno de personalidade antissocial e sua escalada de comportamentos destrutivos. Pris\u00f5es, epis\u00f3dios de viol\u00eancia, estelionato, furtos e rupturas sucessivas comp\u00f5em o cotidiano de quem assiste, sem conseguir impedir, \u00e0 desintegra\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m que ama profundamente. Em contraponto, a autora reconstr\u00f3i a mem\u00f3ria de uma inf\u00e2ncia marcada por afeto e cercado por av\u00f3s, tios, primos maternos \u2014 um contraste que intensifica ainda mais a for\u00e7a do relato.<br>\u201cMeu filho era um jovem de personalidade violenta, sem empatia, sem afetividade, desrespeitoso e ego\u00edsta. Enfrentei grandes problemas a partir da pr\u00e9-adolesc\u00eancia, quando ele tinha cerca de 13 anos e a droga apareceu. J\u00e1 n\u00e3o havia como esconder que algo estava profundamente errado\u201d, afirma Irene. \u201cApesar das v\u00e1rias interna\u00e7\u00f5es e tratamentos, nada se resolveu.\u201d<br>Uma escrita nascida do impacto emocional &#8212; A escrita come\u00e7ou em 2019, dois anos ap\u00f3s a morte do filho, a partir de um impulso inesperado provocado pela leitura de um conto de Franz Kafka. O que seria um texto breve se transformou, ao longo dos anos, em um processo intenso e fragmentado \u2014 descrito pela autora como \u201cum arrombamento emocional\u201d.<br>Conclu\u00eddo em 2024, o manuscrito permaneceu guardado por mais de um ano at\u00e9 que Irene decidisse torn\u00e1-lo p\u00fablico. \u201cN\u00e3o foi f\u00e1cil escrever. Foi sofrido, arrastado: avan\u00e7ava, parava, recome\u00e7ava. Quase como se desnudar em pra\u00e7a p\u00fablica\u201d, relata.<br>Sem concess\u00f5es ou romantiza\u00e7\u00f5es, \u2018O Filho Perdido\u2019 rompe com a ideia idealizada da maternidade e apresenta uma figura rara na literatura: a m\u00e3e que ama profundamente, mas que tamb\u00e9m \u00e9 levada a tomar decis\u00f5es dif\u00edceis e duras na tentativa de salvar o filho. \u201cTinha esperan\u00e7a de que ele pudesse levar uma vida digna e feliz. N\u00e3o consegui. E meu filho escreveu o final da nossa hist\u00f3ria. Eu o vi, enfim. Morto. No caix\u00e3o\u201d, diz.<br>Ao longo da narrativa, um segredo aterrador atravessa a obra e s\u00f3 se revela ao final, conferindo ao livro uma dimens\u00e3o ainda mais inquietante e inesquec\u00edvel. Mais do que reconstruir uma hist\u00f3ria pessoal, \u201cO Filho Perdido\u201d dialoga com uma realidade silenciosa e compartilhada por in\u00fameras fam\u00edlias. Depend\u00eancia qu\u00edmica, viol\u00eancia, culpa, vergonha e solid\u00e3o emergem como temas centrais \u2014 compondo um retrato \u00edntimo de um drama social frequentemente ocultado.<br>Entre consultas, terapias, interna\u00e7\u00f5es e crises imprevis\u00edveis, a autora exp\u00f5e uma realidade vivida por muitas fam\u00edlias, mas raramente compartilhada. Em um dos trechos, relata: \u201cPassei a dormir com a porta do quarto trancada \u00e0 chave e uma cadeira inclinada prendendo a ma\u00e7aneta\u201d.<br>Desde o lan\u00e7amento, em novembro de 2025, Irene tem recebido mensagens de apoio e solidariedade de leitores com perfis muito diversos. \u201cH\u00e1 muitas m\u00e3es que enfrentam ou j\u00e1 enfrentaram situa\u00e7\u00f5es semelhantes. Que elas saibam que n\u00e3o est\u00e3o sozinhas: formamos um pequeno ex\u00e9rcito de cora\u00e7\u00f5es despeda\u00e7ados, que nunca deixaram de amar seus filhos\u201d, afirma. \u201cNunca fui t\u00e3o abra\u00e7ada, nos sentidos literal e figurado.\u201d<br>Escrito como um gesto de mem\u00f3ria e resist\u00eancia, o livro busca preservar a exist\u00eancia do filho para al\u00e9m de seus erros. \u201cMeu filho foi muito mais do que o fim que teve. Ele foi amado, teve uma hist\u00f3ria. E eu precisava contar isso.\u201d<br>No posf\u00e1cio, o escritor e fil\u00f3sofo Rodrigo Petronio (autor de mais de 20 livros) define a obra como \u201cuma dinamite pura\u201d, destacando a for\u00e7a e a singularidade do relato. Em outro trecho, afirma que a brutalidade dos fatos apresentados \u201cn\u00e3o encontra paralelo em quase nenhum autor ou obra\u201d.<br>Irene Vucovix &#8212; Paulistana, teve sempre uma rela\u00e7\u00e3o prazerosa e c\u00famplice com as palavras. Jornalista formada na Universidade de S\u00e3o Paulo, nos duros e dif\u00edceis anos 70, trabalhou na \u00e1rea durante toda a vida profissional. Ainda na faculdade, foi rep\u00f3rter da editora Abril. Depois, durante toda a d\u00e9cada de 80, foi rep\u00f3rter especial do jornal O Estado de S. Paulo; por mais de 20 anos, dirigiu, com a tamb\u00e9m jornalista C\u00e9lia Romano, uma ag\u00eancia de comunica\u00e7\u00e3o, que chegou a figurar entre as maiores do mercado. Em 2023, seu conto \u201cRetalhos\u201d ficou entre os tr\u00eas selecionados do Pr\u00eamio Arte e Literatura USP60+. Em 2024, o conto \u201cSenhora dos Solit\u00e1rios\u201d foi um dos 10 escolhidos pela editora Sinete para a antologia \u201cQuem, onde e adeus\u201d. \u201cO Filho Perdido\u201d \u00e9 seu primeiro romance.<br>Servi\u00e7o:<br>T\u00edtulo: O Filho Perdido<br>Autora: Irene Vucovix (@ivucovix)<br>G\u00eanero: N\u00e3o fic\u00e7\u00e3o \/ Mem\u00f3rias<br>Editora: Gera\u00e7\u00e3o Editorial<br>Pre\u00e7o de capa: a partir de R$ 53,49<br>Dispon\u00edvel em livrarias f\u00edsicas e plataformas digitais: Livraria da Vila, Livraria da Travessa, Amazon, Estante Virtual e Martins Fontes, al\u00e9m de vers\u00e3o e-book Kindle.<br>Sinopse &#8211; A trag\u00e9dia da rela\u00e7\u00e3o de uma m\u00e3e com seu \u00fanico filho diagnosticado com transtorno de personalidade antissocial na adolesc\u00eancia at\u00e9 a morte prematura, \u00e9 retratada em \u2018O Filho Perdido\u2019, junto ao drama e \u00e0 dor. O leitor acompanha p\u00e1gina por p\u00e1gina o desespero da m\u00e3e que tenta a todo custo salvar aquele que ama, enquanto guarda um segredo que ser\u00e1 revelado no final.<br>Trecho do livro e depoimentos de quem j\u00e1 leu<\/p>\n\n\n\n<p>Trecho do livro, em uma conversa de Irene com a terapeuta (P\u00e1g. 113):<br>\u201cFalou que voc\u00ea era de um egocentrismo extremo, n\u00e3o demonstrava arrependimento, empatia ou afetividade, e tinha evidentes tra\u00e7os de psicopatia. A cada frase dela eu me sentia como aquelas mulheres de circo que atuam como alvo para o arremesso de facas: o p\u00fablico suspende a respira\u00e7\u00e3o a cada novo lan\u00e7amento, mas a mulher sai sempre inc\u00f3lume. Eu, n\u00e3o. As facas me atravessavam, uma ap\u00f3s outra, e, sentada diante da terapeuta, eu me sentia morrer um pouco ouvindo aquele diagn\u00f3stico que n\u00e3o deixava margem para a esperan\u00e7a\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns depoimentos:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUma tarde, a de hoje. Foi o tempo que levou ler seu livro. Tinha compromissos, coisas a fazer. Larguei tudo. De uma coragem que nunca vi, n\u00e3o tenho como expressar o estado em que estou. Fascinada, dolorida, chocada, agradecida\u2026N\u00e3o sei o que dizer. Qualquer coisa ser\u00e1 amadora demais frente ao que li.\u201d \u2013 Edna Uip, advogada e escritora, autora de \u201cEspelhos Quebrados\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAcabo de ler seu livro. Devorei-o como o fiz com outros bons livros que li. \u00c9 triste, cruel, dolorido, tudo isso envolto no sofrimento da m\u00e3e e da fam\u00edlia. (\u2026) Enfim, um bom livro, uma boa narrativa e uma hist\u00f3ria comovente sobre uma alma que amou um filho perdido. Voc\u00ea nunca o abandonou, Irene. Voc\u00ea apenas se protegeu do que ele se tornou.\u201d \u2013 Paulo Andreoli, jornalista e CEO da AND.ALL.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o me lembro quando foi a \u00faltima vez que li um livro em tr\u00eas dias em meio a tantas coisas a fazer. N\u00e3o dava vontade de parar. Como obra liter\u00e1ria \u00e9 realmente eletrizante. De arrepiar. Prende o leitor do in\u00edcio ao fim, torcendo por uma reviravolta imposs\u00edvel, pois logo no in\u00edcio a perda \u00e9 revelada. Quanto aos fatos, torci para que ao final voc\u00ea declarasse \u2018esta \u00e9 uma obra de fic\u00e7\u00e3o\u2019.\u201d \u2013 Laerte Temple, administrador, professor universit\u00e1rio, escritor, autor de \u201cHumor na quarentena\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"754\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.22-754x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-29060\" srcset=\"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.22-754x1024.jpeg 754w, https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.22-221x300.jpeg 221w, https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.22-768x1043.jpeg 768w, https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.22-1131x1536.jpeg 1131w, https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.22-1024x1391.jpeg 1024w, https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.22.jpeg 1178w\" sizes=\"(max-width: 754px) 100vw, 754px\" \/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Livro transforma dor extrema em um relato contundente de uma m\u00e3e, cujo \u00fanico filho \u00e9&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":29059,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2,45],"tags":[],"featured_image_urls":{"full":["https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.23.jpeg",675,566,false],"thumbnail":["https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.23-150x150.jpeg",150,150,true],"medium":["https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.23-300x252.jpeg",300,252,true],"medium_large":["https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.23.jpeg",640,537,false],"large":["https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.23.jpeg",640,537,false],"1536x1536":["https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.23.jpeg",675,566,false],"2048x2048":["https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.23.jpeg",675,566,false],"newsever-slider-full":["https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.23.jpeg",675,566,false],"newsever-featured":["https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.23.jpeg",675,566,false],"newsever-medium":["https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-11.55.23-675x475.jpeg",675,475,true]},"author_info":{"display_name":"Reda\u00e7\u00e3o","author_link":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/author\/g5poa\/"},"category_info":"<a href=\"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/category\/cidades\/\" rel=\"category tag\">Cidades<\/a> <a href=\"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/category\/cultura\/\" rel=\"category tag\">Cultura<\/a>","tag_info":"Cultura","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29058"}],"collection":[{"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29058"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29058\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29061,"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29058\/revisions\/29061"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29059"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29058"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29058"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/novosaopaulo.com.br\/n1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29058"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}