Movimento deveria ter a presença do Banco Itaú

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Sem qualquer contestação pela iniciativa e seus objetivos, mas tudo foi feito, como sempre, no amadorismo, sem qualquer planejamento. Sem um rumo definitivo: Fica Itaú. O Banco Itaú, por sua vontade própria, gostaria imensamente de ficar com sua estrutura já organizada em Poá. Também não depende mais de sua vontade.
O Município falhou. Lá atrás, quando se iniciou essa situação, a administração municipal deveria ingressar como litisconsorte; ou parte interessada na solução do impasse. Mas cruzou o braço. Agora paga pela negligência.
O organizador do evento chamado de manifestação popular para pedir a direção da entidade financeira não deixasse a cidade, já que é a grande responsável pela fatia do orçamento municipal. Entretanto esqueceu-se de convidar para fazer parte do encontro, a figura principal: Representantes do Banco Itaú.
Até agora a cidade tem a palavra do gestor, o gerente, o prefeito Giancarlo Lopes. O Banco, se presente, poderia dar a sua versão para o problema, inclusive com mais credibilidade, além do que esclarecer de forma efetiva, quais as chances de uma reversão na situação.
Alegar como alegou o locutor oficial de que, sem esse dinheiro do Itaú, podem parar de funcionar, o Hospital Municipal, Creches e outros atendimentos básicos, é assustar a população. Cabe ao prefeito e seu vice, administrar e bem os recursos recebidos de impostos e taxas, evitando desperdícios, como temos visto no dia a dia.
Não gastar mais do que se arrecada, planejando receita e despesas, acabando com os desperdícios de festas com cantores que custam uma fortuna; impressão de boletins caríssimos para prestar contas do que não foi feito. Ora não tem não se pode gastar.
A cidade vai perder os impostos pagos hoje pelo Banco Itaú, é certeza. O quando está definido, é jurídico e não interesse político. Portanto, o povo e as entidades de classe do município têm de exigir do gestor, eleito para isso, que reveja as prioridades, reduza o cabide de emprego e cumpra a promessa de campanha de diminuir as secretarias, que acabou aumentando.
Uma manifestação que não convidou a figura principal: o Banco Itaú. Acreditar em quem?

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