Inha pede a liberação de R$6 milhões para Ferraz ao governador

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Mesmo com o convênio assinado, em fevereiro deste ano, o governo paulista decidiu congelar a verba no valor de R$6 milhões para Ferraz de Vasconcelos do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento (Fumefi) dos quais o município tem direito ao repasse desde ano passado.  O dinheiro destina-se a obras de infraestrutura urbana como, por exemplo, a pavimentação das principais vias públicas na cidade. Na ocasião, foram contemplados ainda mais 15 municípios, entre eles, Biritiba Mirim e Itaquaquecetuba.

            Para tentar destravar esse contingenciamento dos R$6 milhões, o vereador e ex-presidente da Câmara Municipal, Flavio Batista de Souza (PTB), o Inha fez um apelo ao governador, João Doria (PSDB), na sessão ordinária, na segunda-feira, dia 07. Segundo ele, o Palácio dos Bandeirantes precisa urgentemente liberar essa verba de suma importância para proporcionar a manutenção de ruas e avenidas. “Por isso, em nome do povo ferrazense solicito ao governador Doria o fim da suspensão do convênio”, diz.

            Em contrapartida, apesar de o governo estadual por meio do seu secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, não apresentar de forma clara uma justificativa para fazer o bloqueio dos R$6 milhões, de um total de R$59 milhões incluindo as 15 cidades beneficiadas, Inha acredita que no caso específico local pode estar existindo uma espécie de represália política por parte de João Doria, já que na eleição passada, o gestor perdeu na cidade para Marcio França (PSB).

            “Na verdade, esse montante já estava liberado pelo então governador de São Paulo, Marcio França desde o segundo semestre do ano passado e, portanto, caberia ao atual ocupante do cargo apenas mandar a verba para a nossa cidade, porém, não foi isso, que, de fato, aconteceu até o presente momento, o que é lamentável tendo em vista que a suposta retaliação quem sofre é o nosso povo”, salienta Inha. O vereador Luiz Fabio Alves da Silva (MDB), o Fabinho, também criticou o governador, João Doria, por paralisar o convênio.

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